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sábado, 11 de março de 2017

Weimar-Alemanha e minha morada sem mim

IstockFotos
Já faz um tempo que procuramos alguém para alugar nosso apartamento em Weimar e comprar todos nossos móveis. Coisa simples. Saio com roupas e livros, o sujeito entra lá para viver no meu mundo e me dá uma grana pela mobília. Bom, simples em cidades dinâmicas como Berlin, Londres, Paris e Nova Iorque, mas não necessariamente no berço protegido do classicismo alemão weimariano. 

sábado, 16 de julho de 2016

Pokémon Go na Alemanha: Weimar

Pokemon - Weimar, Alemanha
Sabadão. A semana terminou com três grandes manchetes – o golpe de Estado na Turquia, o atendado terrorista em Nice e o lançamento do app Pokémon Go! Coisa séria. Depois que passei dos dez anos, nunca mais fui tão vidrada em jogos. Minha última paixão juvenil foi o Sonic e desde então abri mão do mundo geek. Afinal, quem deixa de tomar uma breja, preparar uma massa com vinho ou pegar um cinema para jogar Warcraft, Angry Birds ou Minecraft? Sorry, essa frase foi só para causar! Acho legal quem joga na privada, desde que não me convide! 

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Alemanha Central: Weimar

Que p... é essa? 


Tem uma seção nesse blog dedicada só as peculiaridades alemãs (Deutsche Sachen) ou como uma amiga minha diria, xaropadas. Mesmo morando há oito anos por aqui, de tempos em tempos ainda exclamo “mas que cazzo é isso”? Eis que hoje, voltando da biblioteca (quando estou com preguiça de escrever a tese, vou até lá recolher uns artigos), dou de cara e orelhas com esse cercadinho de jardim, onde pessoas batucam qualquer coisa e se denominam o Jardim do Woodstock. Ah?

Competição de Anões de Jardim

Jardim do baú do tesouro

domingo, 5 de junho de 2016

Alemanha Central: a Bauhaus em Weimar

Quer saber o que fazer em Weimar? Uma das principais atrações da cidade, além do Goethe e do Schiller, é a Bauhaus – a famosa escola de arquitetura! Tem quem ame ou odeie, mas o significado da universidade para a época é inquestionável. A arte como deveria ser: simples, funcional e acessível a todos. Este vídeozinho da emissora "Arte" (agora com legendas em português) conta o desenvolimento da Bauhaus e seu vínculo com Weimar! Assistam!


Bauhaus 1 from Regina Cazzamatta on Vimeo.

Outros posts sobre Weimar:

Nos passos de Goethe e Schiller

Mercado das Cebolas 

A Biblioteca Anna Amalia

Spacekid Headcup - Weimar

Restaurante Anna Amalia - Hotel Elephante 




segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Degustações de Vinhos na Thüringer Weingut Bad Sulza — porque por lá o Goethe nunca se embebedou

        Queimar sola de sapato em grandes metrópoles, descobrir botecos legais e lojas descoladas é uma tarefa bem agradável. Mas, de tempos em tempos, bate um espírito regionalista, daqueles de querer descobrir algo novo no seu próprio quarteirão. O problema é que quando a gente mora em uma vila, pressupõe-se que não há mais nada de novo a ser explorado. Um erro. Tudo isso para falar que nas redondezas de Weimar, na região de Saale-Unstrut há uma vinícola “Thüringer Weingut Bad Sulza” que atrai visitantes de toda Alemanha e vale uma boa visita. A casa organiza degustações de diversos tipos, anunciadas com um ano de antecedência. Participei certa vez de uma “Weinprobe” durante o verão quando os campos ainda estavam verdinhos, e voltei agora no final do ano para conferir a do primeiro advento (e para comemorar setes anos em terras germânicas). Quem ainda acha que por essas bandas só se bebe cerveja ou aquele vinho doce ruim para danar, o Liebfraumilch, terá boas surpresas.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Weimar-Alemanha: Dez anos após incêndio da biblioteca Anna Amalia, obra do Copérnico é redescoberta

Candy Welz

A valiosa edição de 1543 foi encontrada durante a identificação dos livros queimados, uma década depois do acidente que marcou a história da biblioteca Anna Amalia

         Dez anos após a tragédia que dizimou 50 mil livros da biblioteca alemã Anna Amalia, na noite de 02 de setembro de 2004, em Weimar, uma obra valiosa foi encontrada durante o processo de identificação dos livros queimados: uma primeira versão impressa de “A Revolução de Esferas Celestes”, o principal trabalho do astrônomo Nicolau Copérnico, publicado em Nürnberg em 1543. O anúncio foi feito durante o balanço dos acontecimentos dos últimos dez anos. A obra deve entrar agora em processo de restauração. Anotações de antigos usuários do século 16 já foram identificadas. 
A biblioteca, construída no final do século 17 pela duquesa de Weimar e da Saxônia, Anna Amalia, foi uma das primeiras do principado aberta ao público. Escritores famosos do classicismo alemão como Goethe e Schiller eram frequentadores exímios da casa. Entre as jóias do acervo constam manuscritos da Idade Média, incunábulos — livros impressos nos primórdios da imprensa—, a maior coleção de Fausto do mundo, a principal obra de Johann Wolfgang von Goethe, além de originais do filósofo Nitzsche e partituras do compositor Franz Liszt. 
Maik Schuck
        Na noite do dia 02 de setembro de 2004, o fogo iniciado no andar superior da biblioteca foi responsável por umas das maiores tragédias de Weimar. Cerca de 900 pessoas em fila conseguiram retirar do edifício 28 mil livros intactos. Os títulos citados acima não foram atingidos pelo fogo. No resgate histórico de obras consta também uma edição de couro dos relatos de viagem de Alexander Von Humboldt, de 1811, além de uma bíblia traduzida para o alemão pelo reformador Lutero, em 1534, e ilustrada pelo pintor renascentista Lucas Cranach. Em 2007, a biblioteca reabriu suas portas. “A reforma estrutural do prédio histórico ocorreu perfeitamente ao longo de três anos”, observa o diretor Michael Knoche. Porém, “a reconstrução da coleção de livros durará muito mais tempo, mas nós estamos satisfeitos com o que foi alcançado até agora”, diz. Por conta do jubileu, a biblioteca inaugurará em 30 de agosto a exposição anual intitulada “Restauração depois do incêndio” (Restaurieren nach dem Brand).  
Maik Schuck.
          Após uma década, grande parte dos 118 mil livros danificados pelo fogo ou pelas conseqüências do incêndio (água, fumaça, fuligem, gases de combustão) estão novamente à disposição no acervo. Dos 50 mil livros que foram totalmente perdidos, 10 mil foram encontrados em antiquários para completar os buracos na coleção. Além disso, já foram restaurados 36 mil livros dentre os 37 mil danificados pela água ou aquecimento. O restante deve ficar pronto até 2015. O processo envolveu inúmeras instituições e 27 oficinas de restauração espalhadas pela Europa, responsáveis por recuperar capas de tecido, couro e até mesmo pergaminhos. Até o momento, investiu-se 67 milhões de euros na recuperação do prédio e das obras. Porém, a parte mais difícil será a restauração dos chamados “livros das cinzas” (Aschebücher), categoria em que se encontra a obra do astrônomo polonês. Tratam-se de 25 mil títulos drasticamente danificados pelo fogo.  
Candy Welz
                Segundo Knoche, serão precisos ainda cerca de dois anos para que estes livros terminem de serem identificados. Questionado como uma obra dessa dimensão, considerada desaparecida desde 2004, pode ressurgir assim dez anos depois, o diretor da biblioteca explica os procedimentos tomados à época. Logo depois da catástrofe, os livros foram congelados e colocados em caixas. Todo o prejuízo foi classificado em quatro categorias, de acordo com o nível de deterioração. As obras que demandavam um restauro mais complexo foram deixadas por último. Uma das responsáveis pela identificação e catalogação, Katja Lorenz, conta que oito mil livros já foram registrados desde 2012. “É um processo difícil, já que muitas vezes só há uma ou outra palavra capaz de ser identificada na capa queimada”. O que não é o caso da obra de Copérnico, encontrada durante este processo. 
Candy Welz
“Nenhum outro livro modificou tão profundamente o olhar da humanidade em relação ao mundo e a si mesma”, diz o presidente da Instituição Weimar Klassik, Hellmut Seemann. A obra com o título em latim “De Revolutionibus Orbium Coelestium, Libri VI” pôs fim ao geocentrismo ao demonstrar que as observações astronômicas eram melhor compreendidas com o modelo do sistema solar que conhecemos hoje.
         Ulrich Schwarz. 
          A finalização do processo de restauração dos livros das cinzas depende do término do trabalho da análise e identificação de cada obra e dos recursos disponíveis. De acordo com o ministro da cultura do Estado da Turíngia, Christoph Matschie, “a restauração do prédio e de grande parte das obras é um grande desempenho”. Para ele, o que se passou nos último dez anos foi uma “demonstração de coragem e engajamento civil”. 
Considerada uma biblioteca de pesquisa, especializada em história da arte e literatura alemã em torno do ano de 1800, o acervo atual dispõe de 1,03 milhões de livros. Todos os anos, 90 mil pessoas visitam o prédio histórico da biblioteca, onde fica o famoso salão em estilo rococó e 50 mil passam para conferir exposições temporárias. 


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Projeções em Prédios Históricos - Weimar

                        International Videomapping and facade projection festival - Herderlatz -

Faça os prédios falarem! Esse é o moto do festival de projeções e fachadas interativas na cidade de Goethe, Schiller e da Bauhaus. O Genius Loci Weimar, como é conhecida a competição, terminou este final de semana com um saldo de 15 mil visitantes. O trabalho de arquitetos, designers e artistas áudio- visuais começou em fevereiro, após as inscrições e o anúncio de quais prédios estariam na lista de 2014. A ideia é reinterpretar artisticamente os edifícios históricos da cidade, explorando as especificidades de cada um.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Ao Hemingway


Esse inverno foi comprido e persistente. Teimosamente uso o verbo no passado porque ainda tenho a esperança que ele se vá o mais breve possível. Provavelmente o mais longo que já vivi, ou sobrevivi, em cinco anos. Voltava semana passada de Erfurt, observando a paisagem branca de dentro do trem. Logo quando cheguei às gélidas terras germânicas não entendia como alguém poderia recusar um convite a uma exposição ou a um bom filme no cinema com o argumento de que estava sol. Ri ao lembrar dessas antigas indignações de principiante.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Caminhada na Alemanha: o tal de Wanderung




"Se você quiser emplacar uma notícia sobre a Alemanha na primeira página do jornal – diz um repórter cinicamente – seria bom que a história tivesse um desses três itens: salsicha, cerveja ou nazismo”. Acabei de ler a frase do correspondente de um renomado jornal americano e vencedor do prêmio Pulitzer (pequeno detalhe) e pensei em como, inevitavelmente, nossos textos são carregados dos mais diversos estereótipos. Como gosto bastante de escrever sobre hábitos germânicos que julgo peculiar (dê uma espiadela na seção Deutsche Sache), pelo menos aos olhos de uma latina- americana, fiquei pensando em como descrever os costumes sem carregar o relato de clichês, embora eles sejam, muitas vezes, até engraçados.


Todo esse preâmbulo pra falar de um costume alemão, que, sim, será narrado por um paulistana sedentária. Uma coisa bastante popular por essas bandas é o chamado Wanderung! Trata-se de uma longa caminhada pela natureza, que pode ser belíssima conforme as estações do ano. Durante o outono é como perambular por um quadro impressionista, com folhas esvoaçantes vermelhas, laranjas e amarelas, destoando sob um céu bastante azulado. Por isso há sempre relatos das longas caminhadas feitas por Goethe em Etersberg ou do Einstein em companhia do coleguinha dinamarquês, o Bohr,  para se deixarem inspirar pelo ar fresco. A citação dos figurões germânicos é só para mostrar que o hábito da caminhada está enraizada há anos na cultura local. Eu nunca entendi bem o conceito até participar de uma efetivamente.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A Festa da Cebola!


Nos tempos em que morava em Berlim, acho que seria capaz de romper em risos caso alguém me convidasse para a Festa da Cebola! É! A vida nos reserva cada surpresa. Foi da boêmia dos bares de Friedrichshain, Kreuzberg e Prenzlauerberg direto para Weimar que venho por meio desta promover nada mais nada menos que o Zwiebelmarkt, com um nome bem menos glamouroso após passar pela tradução: sim, a consagrada Festa da Cebola, sempre no segundo final de semana de outubro!  

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Spacekid Headcup Weimar


Todo feriado do dia 01 de maio tem passeata de neo-nazista marcada. Tem também os protestos da esquerda para tentar impedir a extrema direita. Aí eles se encontram... Em Berlim, a coisa costumava ficar pesada. Embora esse ambiente não seja lá muito propício para estrangeiros, não dá para morar por aqui e não ir bisbilhotar o que se passa, certo? Uma vez na capital fiquei ao lado do cara com banquinho da Reuters e outro da DPA. Gente neutra. Quando eles saíram correndo, sai atrás. Entrei na estação Alexanderplatz e, em seguida, a polícia bloqueou todas as entradas. Não sei mais o que houve do lado de fora. Peguei o S-Bahn pra bem longe da muvuca, sem pronunciar uma palavra, por via das dúvidas. Semana passada já recebi os email do grupo da universidade que organizava as contra-passeatas em Erfurt, mas não me animei muito não.

domingo, 30 de junho de 2013

Marcha dos mindinhos


Quando era mais nova achava bem do esquisito esse papo do Brás Cubas de que as “botas apertadas são uma das maiores venturas da Terra”, mas com o tempo passei não só a entender, como também a concordar. Libertar os dedos espremidos e esmagados pela botina numa sensação prazerosa de liberdade e alivio é uma metáfora que serve é bem pra muita coisa.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Bibliotecas pelo Mundo



Há quem diga que as bibliotecas se extinguirão e livros em papel deixarão de existir. Será? Ao sair de uma visita da Anna Amalia Bibliothek em Weimar, achei um livrão de fotografia bem bacana, que ainda cairá na rede dos meus desejos consumistas. A obra, de Cândida Höfer (com prefácio do Umberto Eco), mostra a arquitetura das “catedrais do conhecimento” por todo o mundo. E por que não colocar esses templos de sabedoria na lista de pontos turísticos a serem visitados por aí? Muitas podem valer a pena.
A Anna Amalia, em Weimar, por exemplo, foca em obras da literatura alemã desde 1800 e documentos da história da arte do século 9 ao 21. Na verdade, trata-se de diversas construções que ao longo dos séculos foram se juntando. Oficialmente, a biblioteca foi fundada em 1691, quando o duque da Saxônia- Weimar e Eisenach (o Guilherme Ernst) resolveu disponibilizar sua coleção de 1400 livros ao público. Somente 30 anos depois, o acervo já tinha crescido para 11 mil títulos.

De 1761 a 1766, a biblioteca, localizada no castelo verde (das grüne Schloss), teve a decoração adaptada ao estilo do século 18. O salão nobre, em estilo rococó, erguido no primeiro andar, foi o grande destaque da reconstrução. E como não podia deixar de ser aqui em Weimar, Johann Wolfgang Von Goethe logo entrou em cena. O duque Carlos Augusto (filho de Anna Amalia e neto do fundador) convidou o escritor para a supervisão geral da biblioteca, em 1797. As regras de uso estabelecidas pelo autor de Fausto já foram publicadas, por curiosidade, em alguns jornais alemães. Ele era também um dos usuários mais assíduos da biblioteca.
Em setembro de 2004, o espaço pegou fogo, uma tragédia que destruiu 35 obras de arte, 50 mil livros do século 17 e 18, além do acervo de partituras musicais. Outros 62 mil livros danificados estão em processo de restauração. Séculos de produção de conhecimento reduzidos à cinzas em uma noite. Somente em outubro de 2007, a biblioteca foi reaberta para visitação. O salão rococó, desde 1998 patrimônio cultural da Unesco, agora só possui uma galeria (a segunda virou uma sala de leitura). Durante a visitação, vídeos mostram o processo de restauração das obras, livros sendo congelados e cenas do incêndio. http://www.youtube.com/watch?v=Lk60cnQILI0


 Na famosa sala em estilo rococó, encontram-se bustos do Goethe (meio assustador), Schiller e livros antiguíssimos, alguns com indicação de que ainda se encontram em processo de restauração. A oficina está no mesmo prédio, mas não é aberta ao público. Como somente 290 pessoas podem entrar no local ao longo do dia, aconselha-se a reserva dos ingressos, principalmente em alta temporada.
Outra biblioteca digna de visita é a Old Library da Trinity College, em Dublin, a universidade de maior prestígio da Irlanda, que abriga o livro de Kells (Book of Kells). Todos os anos, meio milhão de pessoas encaram a fila para ver o manuscrito, datado de 800 d.c e tido como um dos textos mais antigos do mundo. Produzido por monges celtas do monastério St. Colmcille, na Escócia, a obra contém os quatro evangelhos do novo testamento escritos em latim e ilustrados artisticamente à mão. Com a invasão dos vikings, os monges fugiram para Kells, na Irlanda. Lá, os manuscritos foram roubados, enterrados e redescobertos, após três meses. Mas os vikings viraram o jogo, agora em 1007, e roubaram a preciosidade novamente. No entanto, pegaram só a caixa de ouro que guardava o livro e jogaram fora os textos, sem perceber sua importância. Desde 1654, depois da brincadeira de gato e rato, a relíquia está sob segurança da Universidade. 
Outra atração de peso da biblioteca é o Long Room (a sala comprida), onde os 200 mil livros mais antigos da universidade estão organizados em diversas prateleiras em uma sala de 65 metros de comprimento. Mesmo quem nunca colocou os pés ali terá a sensação de já ter visto o espaço. “O George Lucas bateu uma foto da biblioteca da entrada e a usou em Star Wars”, conta um dos seguranças locais. Privilégio do diretor porque, hoje em dia, fotografias são proibidas. Depois de aparecer nas telas do cinema, o espaço passou a ser classificado como a biblioteca dos jedis. 
“Como os livros estão desatualizados, mal os usamos, mas é importante ter essa história da construção do conhecimento”, disse pra nós um estudante da universidade. Nesta sala, há ainda uma das poucas cópias restantes da Proclamação de Independência da Irlanda, de 1916, lida por Patrick Pearse, no começo do levante, que acabou fortemente reprimido por tropas britânicas. Uma harpa em carvalho de 29 cordas, do século 15, a mais antiga do país, também é digna de nota.
Além da Anna Amalia, em Weimar, e da Old Library, em Dublin, Cândida Höfer clicou muitas outras bibliotecas que devem entrar para a listinha a serem visitadas algum dia! Ainda mais se o tempo estiver ruim...