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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Encontros de Viagem

Há mais de um ano comprei um Moleskine só para recordar as andanças pelo mundo. Anotações do antes, durante e depois. Uma espécie de edição privada de experiências que, por motivos óbvios, não caem publicamente em um blog. Mas com o ritmo da pesquisa, do fluxo de viagens e das coisas paralelas que aparecem pela vida, meu caderninho estava lá guardado, mofando. Eis que o ressuscitei no último fim de semana, mas antes precisei passar por uma tiragem de imagens, mapas e passagens aéreas antigas. Comecei a selecionar algumas fotos para imprimi-las (Aliás, meu próximo post será um ode às fotografias reveladas!). Mas esse processo pode ser mais complicado do que parece — um HD externo com cliques de diferentes passeios, organizados por cidades, datas, países e se bobear até por diferentes equipamentos. Todo essa chorumela é para dizer que, desde então, não consigo tirar o Omar da cabeça!

segunda-feira, 23 de março de 2015

Banhos marroquinos: Hammams

Imagem do site Hammam Ziani
               
             Escrevi no post anterior sobre o possível choque para aqueles que entram desavisados em uma sauna alemã. E na levada dessa temática de banhos e saunas pelo mundo, aproveito aqui o embalo para contar dos Hammam marroquinos. Em árabe o termo significa banho ou ducha e é algo pensado para o coletivo. A primeira vez que fui ao Marrocos, passei longe dessa experiência. Até esticava o pescoço para bisbilhotar, mas saía de fininho quando alguma funcionária puxava meu braço balbuciando coisas em árabe e tentava me jogar para dentro do balneário. Foi só quando comecei a me preparar para minha segunda visita ao país — rumo a Fez e Casablanca — que resolvi incluir a experiência no roteiro.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Marrocos: FEZ e os labirintos tortuosos da medina

        Não sei se é a mesmice das coisas ou somente a curiosidade de ver o novo que nos faz sonhar em caminhar pelo Tibet, escalar o Himalaia, desbravar a Transiberiana ou explorar o deserto no lombo de camelos. Mas seja lá como for, o melhor de viajar é encontrar o desconhecido. Temê-lo. Assim, quanto mais alheia a minha realidade é o lugar, quanto mais tudo parece esquisito, mais satisfeita fecho as malas no fim da jornada.