Não se trata exatamente do que você está pensando. E este post também não tem nada a ver com Amsterdam, embora fale de umas ervinhas naturais. Depois de tais observações, vamos ao que importa.
Situação um. Imagine alguém dirigindo na marginal às 8h30 da manhã em um dia de trânsito normal em São Paulo. Cotovelos na direção, uma das mãos empenhadas em retirar um fio a mais das sobrancelhas. A outra levantando um dedo do meio no retrovisor para o apressadinho atrás de você. O café descansa no console. A raiva passa, você pega o jornal no banco do passageiro, dá seta, entra e se prepara para mais uma jornada de trabalho. Depois de encontrar uma vaga para estacionar, claro. Esta pessoa sou eu. Em uma metrópole de 17 milhões de habitantes.