sábado, 19 de maio de 2018

Londres da Realeza - Royal London


Londres está alvoroçada com as novidades da realeza. O anúncio do noivado do Príncipe Harry com a atriz norte-americana Meghan Markle abriu um novo capítulo na história da mais antiga família real do planeta. Os típicos tabloides não falam em outra coisa senão do casamento marcado para 19 de maio no castelo de Windsor. Mas se você não foi convidado para a festança não tem problema. Grande parte dos castelos e palácios ingleses é aberta à visitação. E nem é preciso ser princesa ou duque para caminhar pelos mesmos corredores pelos quais passaram os grandes monarcas britânicos. Nesta reportagem, a correspondente Regina Cazzamatta ensina os caminhos que o levarão ao lado mais tradicional da Londres da Realeza. 

domingo, 13 de maio de 2018

A mãe água tônica


A máxima do “mãe é bom, mas dura muito” é algo recorrente no seio na família Cazzamatta. É aquele bordão que a gente usa para responder às preocupações mais surreais do matriarcado. "Come direito, faça suco de beterraba, não esqueça o checkup anual, pare de beber, coma brócolis, engorda, emagrece, acenda suas velas, não esqueça de rezar, olhe pra atravessar a rua, não dirija bêbada, use camisinha, tome suas vitaminas, preste atenção, não perca esse passaporte, deixe de ser porcona, mas que espelunca essa casa, que cara lavada, que roupa hipponga, vê se dorme certinho”... A lista é maior que a bíblia. Criarei um post (coletivo) só para reunir essas frases maternais. Nessa hora, a sentença cai como uma luva! 

terça-feira, 24 de abril de 2018

Maratona de Londres: esquisitices e motivações

Sempre tive curiosidade em saber o que incentiva as pessoas a correrem 40km em pleno domingão. Água, bananas e Haribo? Se fosse prosecco eu até pensava. Flerto com coisas estranhas por um bom tempo, estudo-as como se fossem uma presa, até acabar me acostumando e me convencendo com a ideia. Foi assim nos tempos de Alemanha. Quem em sã consciência faz férias de bicicleta e sai pedalando 90km com a mala acoplada na magricela? Eu! Mas só depois de cinco anos gritando aos quatro cantos do planeta como os alemães tinham costumes estranhos. O resultado da presepada, com bicicleta quebrada e câimbras noturnas já relatei aqui. Mesmo com alguns contratempos, recuei e assumi – esses alemães sabem mesmo curtir a vida. Por isso que gosto tanto de metamorfose ambulante. 

terça-feira, 17 de abril de 2018

Bath: 10 atrações para curtir a cidade

Bath
Somente a duas horinhas de trem de Londres, Bath é um ótimo refúgio de fim de semana, para escapar do burburinho da capital. Com 85 mil habitantes, essa pequena cidade é um ícone da arquitetura georgiana no Reino Unido. Além de abrigar uma das termas romanas mais bem preservadas do mundo. Adoraria desaparecer por aqui por longas semanas, com uma coleção de livros de Austen, – a moradora mais proeminente por essas bandas–, e um vale spa diário. Mas para quem só tem um curto final de semana, aqui estão as principais atrações. 

terça-feira, 10 de abril de 2018

Jane Austen em Bath

Essa cidadezinha de pouco mais de 80 mil habitantes, a poucas horas de Londres, é um exemplo de arquitetura georgiana na Inglaterra e a única declarada como Patrimônio Cultural da Unesco, desde 1987. E a moradora mais proeminente por essas bandas foi ela mesmo – Jane Austen. A escritora que retratou a vida das mulheres no início do século 19, morreu sem ver nenhuma de suas obras publicadas com seu nome verdadeiro. Havia um certo preconceito à época contra escritoras do sexo feminino. Para colocar o problema de modo educado. 

segunda-feira, 2 de abril de 2018

PUBs: uma instituição cultural britânica


Não há nada mais inglês que os PUBs. Acho que nem a própria rainha. Imagine um local onde você frequenta para ler o jornal, escrever, tomar uma (duas, três, dez) pints, jogar um quizz, encontrar os amigos, bater um rango, assistir esportes na TV, tomar um chá quentinho, ouvir bandas ao vivo ou até mesmo tirar um sarro da rainha. Poderia ser a sala da sua casa, não? Um PUB não é lá muito diferente, ainda mais esses de bairro. Sofás com almofadas, carpetes, prateleira de livros antigos, lareira e todo mundo conversando um com os outros. A coisa é tão séria que várias estações de metrô receberam nomes de Pubs históricos. Sem contar os estabelecimentos descritos nas obras de Dickens.

Melhores Pubs de Londres

Best Pubs in London



quarta-feira, 14 de março de 2018

Cinco razões para amar o metrô de Londres


Juro que não há nenhuma ironia nesse título. O tube londrino pode ser sim intragável. Pergunte para qualquer sujeito que se aventure pela Central Line em horário de pico, especialmente durante o verão. Além de exageradamente movimentado (são 1,37 bilhões de passageiros ao ano), meio milhão de ratos habitam os túneis do Underground – modo como o metrô é conhecido aqui na Inglaterra, pelo menos desde 1908. Uma voz docemente irritante de taquara rachada nos acompanha repetindo freneticamente “Mind the Gap” (cuidado com o vão entre o trem e a plataforma) como um disco riscado. Como se não bastasse, ainda é um antro de poluição. Segundo um estudo de 2002, o ar dos túneis é 73 vezes mais “sujismundo” que o da cidade em si. Um mísero rolezinho de 20 minutos pela Northern Line equivale, por exemplo, a um cigarro. Aliás, fumar no metrô foi uma prática permitida até 1987, quando um incêndio na estação King’s Cross causou a morte de 31 pessoas. O álcool, leia-se a birita subterrânea – foi abolido em 2008! E sim, apesar de sujo, poluído, lotado e irritante é a melhor forma de conhecer Londres. Veja porque:
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