Hoje uma porção de pessoas em Erfurt resolveu saçaricar pela cidade
em seus trajes medievais. O cenário também estava um pouco diferente do
habitual, cheio de barracas de madeira, utensílios de ferro, cerâmica, além de
artesanatos e uma multidão de visitantes. Desde 1975, em junho, a cidade abriga
por três dias a Krämerbrückfest. No ano passado, cerca de 150 mil pessoas
marcaram presença nas estreitas ruas em torno do rio, muitas vestidas à
caráter, tomando cerveja em copos de barro! Nem todo mundo gosta de brincar de
Games of Thrones, por isso tem também músicos, artistas vestidos de borboletas verdes
e até mesmo alemães brincando de índio (ou Adão- Adão). Olha só a foto...
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sábado, 15 de junho de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Uma brasileira em Schmalkalden
Schmal quem? Sim, Schmalkalden, uma cidadezinha
de 15 mil habitantes a duas horas de Weimar, se tivermos sorte com as conexões
de trem. Antigamente chamava-se Schmales Kaltes Wasser, algo próximo a estreitas águas frias. Mas com o passar do tempo virou
o palavrão aí do título. O vilarejo, considerado assim pelo menos para a
perspectiva de uma paulistana, é bastante interessante. Além do castelo
medieval e da igreja, estão por lá a fábrica da Vita Cola, a versão da
Coca-Cola da antiga Alemanha Oriental, e a produção dos chocolates Viba-
Nougat. Não sei bem como se diz Nougat em português, mas tecnicamente não se
trata bem de chocolates, segundo minha amiga e anfitriã. Não importa, é uma
espécie de bombom feito de avelã torrado e cacau. Aprendi todos os detalhes na
visita ao local de produção (foto acima).
segunda-feira, 13 de maio de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
Paisagens alemãs
Potsdam - Babelsberg
Mainau Insel - Konstanz
Feengroten - Saalfeld
Oberhof
Bamberg Rathaus
Pfaueninsel
Dresden
Elba
Garmish - Partenkirch
Potsdam- Babelsberg
Rügen Insel
Wartburg Einsenach
Zugspitze
sexta-feira, 19 de abril de 2013
O “Sie”, o “Du” e uma tremenda confusão
É verdade que a língua alemã tem seus desafios.
Mas entre todos os imbróglios gramaticais, nada mais caótico que o uso dos
pronomes de tratamento Sie (senhor) e o Du (você ou tu). Sabe-se lá quantos
anos um estrangeiro precisa viver a cultura local para se acostumar com esses
nuances do diálogo cotidiano. A grosso modo é simples. Usamos o Sie para falar
com pessoas desconhecidas ou em situações mais formais como na universidade.
Simples nada. Não dá para chamar um punk, em Berlim, de cabelo verde e calça
rasgada de senhor. Mas a capital é uma exceção.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Esquisitices dos tempos do Blogspot
Há dois ou três anos, sei lá, comecei a fazer um blog de relatos de viagens e da vida na Alemanha por brincadeira, para poder registrar impressões, diferenças culturais ou até, por que não?, ter um registro pra mim daqui alguns anos. Certa vez escrevi sobre um projeto de lei do PV alemão para considerar sexo com animais como crime. Na verdade era só um parágrafo de um texto inteiro sobre posturas diferentes como, por exemplo, não furar as orelhas das meninas até que elas tenham idade suficiente para decidir se querem ou não usar brincos .
domingo, 7 de abril de 2013
O turismo e as atitudes incompreensíveis
Gosto muito de viajar. Muito mesmo.
Também adoro fotografar tudo que me salta aos olhos, comidas diferentes,
arquiteturas, paisagens, locais flagrados em seus cotidianos ou seja lá o que
for. Ando com a máquina no pescoço para não deixar de registrar nada que ocorra
inesperadamente. Mas tem coisas que me intrigam bastante nos turistas por aí,
espalhados pelo mundo.
É bem bacana fazer fotos nossas com
paisagens paradisíacas ao fundo. Concordo, sem discussão. Só queria entender o
porquê pessoas tiram fotos ao lado de sapatos no rio Danúbio, uma espécie de
memorial para judeus assassinados e atirados ao rio. Ou ao lado de uma árvore
com folhas de metal, também um memorial ao holocausto. Posar ao lado de várias
folhinhas com indicação dos nomes das vítimas e respectivos campos de
concentração onde perderam suas vidas! Pra que? Qual o sentido? Não sou contra
fazer imagens desses memoriais, mas por que raios as pessoas precisam aparecer
lá na foto? Pior, pra que a pose? Daqui a pouco terá gente abraçando fornos em
Auschwitz.
A Venus de Milo é deslumbrante, mas
dá para fotografá-la sem querer aparecer do lado dela! Também há inúmeras
variações de imagens da Mona Lisa. Da multidão ao seu entorno, close no sorrisinho
irônico, mas do lado do quadro não dá, né! Ainda bem que descolaram um bendito segurança! E aqueles sujeitos que querem sentar
no trono do rei, tomam bronca do vigia do museu, só pra se sentir por alguns
minutos um pouco aristocrático? É tão estranho quanto tirar fotos ao lado de
túmulos. Há uma diferença entre pontos turísticos e Disneylândia. Nem toda obra é uma instalação que
convida o visitante a usá-la como uma sala de estar.
Tá bom. Cada um na sua. Mas ainda acho muito do esquisito
alguém parar do lado de uma escultura, monumento, lançar um sorriso e fazer
aquele dois de paz e amor (ou vitória na cultura oriental) e se deixar ser
fotografado. Tudo bem se fosse em frente à estátua do Mickey ou do Pateta, mas
ao lado da figura do Stalin ou de um líder da revolução húngara de 1956? O cara
(Imre Nagy) deve se virar na tumba! Ser enforcado por lutar contra uma
ditadura, virar ícone e estátua e passar a eternidade ganhando abraços de
turistas de camisa florida! E aqueles que ficam bem na frente do quadro pra
fazer a foto? E tampa a bendita pintura! Não, eu não tendendo mesmo!
sexta-feira, 5 de abril de 2013
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